Neste paper, rádio-oncologistas, urologistas e oncologistas clínicos escolheram quais as melhores abordagens para o câncer de bexiga (CaB), classificadas em Nível de Evidência (NE) e Grau de Recomendação (GR). De interesse aos ROs está a terapia de preservação vesical (TPV), com RTU, RT e QT. Concluiu-se que: – TPV é opção em tumores T1 de alto risco que falharam à
Metade dos tumores de bexiga ocorrem em pacientes com idade superior a 75 anos, muitas vezes com comorbidades que contra indicam cirurgia e dificultam o comparecimento a um centro de radioterapia pelo período de 4 a 7 semanas. Apesar da performance clínica ruim, estes pacientes apresentam longa sobrevida e caso não sejam tratados, irão conviver com sintomas como hematúria, disúria,
Desde a publicação de estudos randomizados que demostraram benefício no tratamento adjuvante de pacientes com câncer de próstata operados com maior risco de recidiva bioquímica (ARO-92, SWOG, EORTC), há o questionamento sobre os reais benefícios do tratamento adjuvante em comparação ao resgate. Porém nos últimos dois anos, alguns estudos (RADICAL, GETUG AFU 17 e RAVES) demostraram não inferioridade ao se
A Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT) designou um grupo 16 rádio-oncologistas de diferentes regiões do Brasil para realizarem o consenso Brasileiro de hipofracionamento em câncer de próstata doença localizada. Um urologista e um físico médico representaram, respectivamente, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e a Associação Brasileira de Física Médica (ABFM). Os principais estudos que suportam o uso do hipofracionamento
Uma análise secundária de um ensaio clínico randomizado JAMA Oncol. 2021;7(4):555-563. doi:10.1001/jamaoncol.2020.7857 Uma das duvidas que temos em relação ao tratamento dos pacientes com Câncer de Próstata que se apresentam com metástase ao diagnostico é sobre o beneficio do tratamento local da próstata em adição ao tratamento sistêmico com Hormonioterapia associado ou não a Docetaxel . Dois estudos clínicos randomizados
A Preservação de órgão é uma alternativa à cistectomia em casos de neoplasia de bexiga localmente avançada. Metanálise publicada em fev/21 na revista Lancet Oncology incluiu os dois principais estudos randomizados fase III sobre o hipofracionamento (BC2001 e BCON), em uma análise de não inferioridade em relação ao fracionamento convencional. Foi uma análise multi-institucional de 782 pacientes com estadio T1G3/T2/T4-N0M0, tratados com Radioterapia 3D e
O hipofracionamento já está bem consolidado no tratamento primário do câncer de próstata, após a publicação de 9 grandes ensaios clínicos randomizados, que demonstraram equivalência em eficácia e segurança quando comparado ao fracionamento convencional. Pode-se afirmar que, embora não consensual, a radioterapia hipofracionada tende a se tornar um novo padrão do tratamento definitivo da neoplasia maligna da próstata. Entretanto, no
No Brasil, estimam-se 65.840 casos novos de câncer de próstata para cada ano, no mundo a estimativa aponta o câncer de próstata como a segunda neoplasia mais frequente em homens[1]. Radioterapia (RT) e Prostatectomia Radical (PR) são as principais opções para o tratamento do câncer de próstata localizado. Um terço de todos os pacientes com câncer de próstata realizam radioterapia