Sabe-se que o hipofracionamento moderado em mama, além de mais rápido, é menos oneroso. Em 3 semanas (40-42,5 Gy em 15-16 frações), entrega-se a dose terapêutica que costumávamos fazer em 5 semanas com o fracionamento convencional (50-50,4 Gy em 25-28 frações). Ensaios randomizados (Canadá e Reino Unido) já deixaram bem estabelecidos a eficácia e segurança do uso do hipofracionamento em
O BIG 3-07/TROG 07.01 é um estudo fase III publicado na The Lancet, para investigar o papel do boost no leito tumoral e do esquema de fracionamento nos tumores CDIS de alto risco. Eram considerados paciente de alto risco aqueles com 1 ou mais das seguintes características: <50 anos, apresentando sintomas, tumor palpável, medir >15mm, doença multifocal, G2-3, necrose central,
A indicação de radioterapia adjuvante em pacientes com diagnóstico de câncer de mama triplo negativo deve ser avaliada com especial atenção. Nesse artigo de revisão, os autores apresentaram de forma estruturada uma avaliação crítica da literatura sobre o tema e, ao final, um fluxograma para a tomada de conduta na prática clínica: – Após mastectomia, doença estádio T1-4, N+: radioterapia
Trata-se de um artigo retrospectivo e pequeno, além de uni-institucional. Contudo, chama-se a atenção para o que os pesquisadores encontraram ao analisar 41 pacientes submetidas à mastectomia radical modificada ou total, seguida de reconstrução mamária imediata ou tardia (tanto com retalhos autólogos quanto com implantes), em um período compreendido entre 2014 e 2020. É fato que mais de 30% das
O protocolo MARI é um estudo holandês, retrospectivo, que avaliou o intervalo livre de recorrência axilar (ILRA) em 3 anos em pacientes com câncer de mama EC II-III cN+ (confirmados patologicamente) após tratamento neoadjuvante e que realizaram a ‘Marcação de linfonodos axilares com sementes de iodo radioativo’ (MARI). O maior linfonodo axilar positivo foi marcado com semente de iodo, com
Nas últimas três décadas, o câncer de mama tem sido reconhecido como uma doença de espectro clínico patológico heterogêneo, sendo observadas grandes mudanças no tratamento locorregional desses tumores. Novas técnicas de cirurgia e de radioterapia tiveram impactos positivos tanto nos desfechos oncológicos como na redução dos efeitos adversos. O tamanho do tumor primário e o número de linfonodos axilares comprometidos
Tratamento locorregional (cirurgia e radioterapia quando indicado) é potencialmente curativo em câncer de mama não metastático. Porém, 6% ou mais das pacientes com câncer de mama recém-diagnosticado tem metástases à distância e a conduta é terapia sistêmica. Baseado em dados biológicos que suportam que células tronco mesenquimais no tumor primário promovem metástases e em dados clínicos de estudo em que
O Consenso da Sociedade Europeia de Radio-Oncologia (ESTRO) com enfoque nas recomendações sobre a seleção de pacientes, dose e fracionamento da radioterapia em paciente com diagnóstico de câncer de mama estádio inicial foi recentemente publicado na revista LANCET ONCOL. Trata-se de um estudo que apresenta de forma estruturada o embasada nas melhores evidências científicas disponíveis o racional para e emprego
O hipofracionamento moderado no câncer de mama é uma realidade consolidada da radioterapia contemporânea. O seu impacto vem sendo estudado de forma crescente em subgrupos específicos. O grupo do Instituto Europeu de Oncologia de Milão, na Itália, publicou um estudo avaliando o hipofracionamento moderado na reconstrução imediata em 107 pacientes, sendo 45 em cirurgias de etapa única com prótese (DTI)
Estudo que foi recentemente publicado tentou identificar se pacientes com câncer de mama e linfonodo axilar positivo possuem benefício de irradiação eletiva da cadeia mamária interna. 735 pacientes submetidas à cirurgia da mama e esvaziamento axilar foram incluídas e randomizadas para receberem radioterapia de mama e drenagens com ou sem irradiação da cadeia mamária interna. As pacientes foram tratadas com