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A radioterapia estereotáxica corporal (SBRT) tem se consolidado como uma alternativa eficaz no tratamento do câncer de próstata localizado, oferecendo a vantagem de esquemas mais curtos. No entanto, o estudo PACE-B (36,25 Gy em 5 frações) demonstrou uma incidência cumulativa maior de TGU G ≥2 após 5 anos com SBRT (26,9% vs. 18,3%, p<0,01) em comparação com o fracionamento convencional.
O estudo RCMIGI, prospectivo e randomizado de fase II, avaliou o impacto da redução das margens do volume alvo planejado (PTV) em pacientes com câncer de próstata localizado de baixo e intermediário risco tratados com IMRT associada à IGRT. Entre agosto de 2016 e maio de 2022, 74 pacientes foram randomizados na proporção 1:2 para IGRT com margens padrão (Controle,
O estudo GETUG V04 (fase II randomizado) avaliou se a adição de gencitabina ao esquema padrão com cisplatina + radioterapia poderia melhorar os resultados da terapia trimodal (TMT) no câncer de bexiga músculo-invasivo (MIBC). Métodos: Pacientes com MIBC pT2–pT3N0M0, após ressecção transuretral macroscopicamente completa (TURBT), receberam RT (63 Gy para a bexiga, 45 Gy para a pelve, 1,8 Gy/fração) com
Recentemente, regimes de ultra-hipofracionamento têm sido investigados como alternativa mais curta e potencialmente mais conveniente para os pacientes. O estudo HYPO- RT-PC comparou dois esquemas de radioterapia (RT) ultra-hipofracionada (42,7 Gy em 7 sessões em 2,5 semanas) e convencional (78 Gy em 39 sessões em 8 semanas) para pacientes com câncer de próstata localizado de risco intermediário e alto. Entre
Pacientes com câncer de bexiga músculo-invasivo (MIBC) submetidos à cistectomia radical permanecem sob risco significativo de recorrência locorregional, especialmente aqueles com fatores patológicos de alto risco, como estádio ≥ pT3, linfonodos positivos ou margens cirúrgicas comprometidas. Apesar do avanço da quimioterapia perioperatória e da imunoterapia adjuvante, estratégias eficazes para reduzir falhas pélvicas ainda representam uma necessidade clínica não atendida. O
Trabalho espanhol conduzido pela Universidade de Navarra e publicado na revista Radiotherapy and Oncology em outubro de 2025, no qual os pesquisadores propõem avaliar a possibilidade de intensificar a dose de radiação na Recidiva Isolada do Leito Prostático (RILP), combinando braquiterapia de alta taxa de dose (BATD), seguida de radioterapia externa (EBRT) e terapia de bloqueio hormonal (ADT) concomitante de
O manejo adjuvante após cirurgia no câncer do colo do útero em estágios iniciais permanece um tema de debate, especialmente em pacientes com fatores de risco intermediário ou alto. Embora a quimiorradioterapia concomitante (CCRT) seja considerada padrão para casos de alto risco, diferentes estratégias adjuvantes vêm sendo exploradas com o objetivo de otimizar sobrevida e reduzir toxicidade. Neste contexto,
O artigo “Geographical and Sociodemographic Disparities in Access to Radiotherapy in Brazil: A Nationwide Cross-Sectional Study (2017–2022)” analisa, em nível nacional, as desigualdades geográficas e sociodemográficas no acesso à radioterapia no Brasil, utilizando dados oficiais do sistema APAC/SIA/DATASUS entre 2017 e 2022. Trata-se de um estudo transversal que avaliou 840.779 procedimentos de radioterapia realizados no período, com foco específico nos
Foi desenvolvido um nomograma prognóstico com o objetivo de estimar o risco de falha locorregional (FLR) e quantificar o benefício da radioterapia pós-operatória (PORT) sobre a sobrevida global (SG) em pacientes com carcinoma espinocelular (CEC) da cavidade oral pN0. O modelo baseou-se em uma análise retrospectiva multicêntrica, incluindo pacientes com CEC oral não metastático (pT1–T4N0M0, 8ª edição da UICC/AJCC) tratados