22
jan

Tratamento adjuvante baseado em perfil molecular no câncer de endométrio (PORTEC-4a): ensaio clínico randomizado de fase III

O PORTEC-4a avaliou prospectivamente a incorporação do perfil molecular na definição da adjuvância no câncer de endométrio de risco intermediário-alto, substituindo critérios exclusivamente clinico patológicos por uma estratégia guiada por risco molecular. Trata-se de um ensaio fase III, randomizado, de não inferioridade, que comparou a braquiterapia vaginal padrão com uma abordagem individualizada após cirurgia. No grupo tratado conforme perfil molecular,

Read more

3
set

Novo guideline ESGO/ESTRO/ESP para câncer de endométrio

Desenvolvido por 30 especialistas e revisado por mais de 200 profissionais do mundo todo, com participação de pacientes. Destaque: a classificação molecular agora é a base para definir risco e guiar o tratamento. ⁠ ⁠4 perfis para teste universal: POLE-mutado (POLEmut), MMRd, p53 mutado (p53abn) e NSMP. Combinados ao estadiamento FIGO 2023, eles refinam os grupos de risco: baixo, intermediário,

Read more

13
ago

Estudo de fase 3 com pembrolizumabe ou placebo associado à rádio e quimioterapia no câncer cervical localmente avançado (KEYNOTE-A18)

Desde 1999, o tratamento padrão para o câncer de colo de útero localmente avançado tem sido a combinação de radioterapia externa com quimioterapia, seguida de braquiterapia. Apesar do intuito curativo, o prognóstico ainda é limitado, com taxas de sobrevida livre de progressão e de sobrevida global variando entre 47% e 80% em 5 anos. O pembrolizumabe, anticorpo monoclonal anti-PD-1, já

Read more

4
jun

Constraints dose-colume para toxicidade gastrointestinal aguda grave em pacientes com câncer do colo uterino tratados com IMRT em campo estendido e quimioterapia concomitante

A radioterapia de intensidade modulada em campo estendido (EF-IMRT) associada à quimioterapia concomitante pode levar a toxicidades graves. Este estudo retrospectivo, publicado no Green Journal, tem como objetivo investigar a incidência e os preditores dosimétricos de toxicidade gastrointestinal aguda em pacientes com câncer do colo do útero submetidos a EF-IMRT. Foram analisados os dados dosimétricos do duodeno e das alças

Read more

15
abr

Associação entre o uso regular de dilatadores vaginais e/ou atividade sexual e morbidade vaginal em sobreviventes de câncer cervical localmente avançado: um relatório do estudo EMBRACE-I

O tratamento padrão para pacientes com diagnóstico de câncer de colo uterino localmente avançado é multimodal, baseado em radioquimioterapia com emprego de platina, seguido de braquiterapia adaptativa guiada por imagem, sendo a morbidade vaginal pós-tratamento oncológico temática de discussão para saúde vaginal e seguimento ambulatorial. O uso de dilatadores vaginais e/ou atividade sexual é amplamente recomendado. No entanto, as taxas

Read more

17
ago

Classificação molecular prediz resposta à radioterapia nos ensaios clínicos randomizados PORTEC-1 e PORTEC-2 para carcinoma endometrióide do corpo uterino EC inicial

O câncer de endométrio (CE) é atualmente classificado em 4 grupos moleculares, com biologia e prognóstico distintos: (Mutação patogênica da DNA polimerase-e, POLEmut); Deficiência de proteína de reparo de incompatibilidade (mismatch repair–deficient, MMRd); (Presença de anormalidades p53, p53abn) e (perfil molecular inespecífico, NSMP). O CE com (POLEmut) possui excelente prognóstico, o (MMRd) tem prognóstico intermediário, o CE com (p53abn) tem

Read more

16
mar

Morbidade severa global após QRT e Braquiterapia adaptativa guiada por imagem no câncer de colo uterino localmente avançado

O tratamento do câncer de colo uterino localmente avançado (LACC) tem como padrão-ouro a quimiorradioterapia (QRT) seguida de braquiterapia (BT). Há aproximadamente duas décadas, a BT evoluiu de uma técnica baseada em radiografia com prescrição de dose para o ponto A, para braquiterapia adaptativa guiada por imagem (IGABT). Esse avanço contribuiu para melhorar o controle local e a sobrevida. Demonstrado

Read more

2
fev

Além da Sedlis – um novo nomograma específico de histologia para prever risco de recorrência do câncer do colo uterino: Uma análise do NGR/GOG

Os critérios de Sedlis definem fatores de risco para recorrência justificando radioterapia pós-histerectomia para câncer de colo uterino em estágio inicial; no entanto, esses fatores foram definidos para carcinoma de células escamosas (CEC) em um valor estimado risco de recorrência de ≥30%. Em uma análise do GOG 92 com 10 anos de seguimento, a recorrência foi maior em mulheres com

Read more

9
mar

Radioterapia de alta tecnologia apresenta menor toxicidade em pacientes com câncer ginecológico: estudo PARCER

PARCER é o primeiro estudo randomizado de fase III a evidenciar redução de toxicidade em pacientes com tumores ginecológicos tratadas com técnica de intensidade modulada do feixe e radioterapia guiada por imagem (IMRT+IGRT, IG-IMRT), quando comparado ao tratamento tradicional de radioterapia conformada (3D). Trezentas pacientes com câncer de colo uterino submetidas a histerectomia com indicação de radioterapia adjuvante, associada ou

Read more

19
out

Radioterapia de alta tecnologia apresenta menor toxicidade em pacientes com câncer ginecológico: estudo PARCER

PARCER é o primeiro estudo randomizado de fase III a evidenciar redução de toxicidade em pacientes com tumores ginecológicos tratadas com técnica de intensidade modulada do feixe e radioterapia guiada por imagem (IMRT+IGRT, IG-IMRT), quando comparado ao tratamento tradicional de radioterapia conformada (3D). Trezentas pacientes com câncer de colo uterino submetidas a histerectomia com indicação de radioterapia adjuvante, associada ou

Read more