O manejo adjuvante após cirurgia no câncer do colo do útero em estágios iniciais permanece um tema de debate, especialmente em pacientes com fatores de risco intermediário ou alto. Embora a quimiorradioterapia concomitante (CCRT) seja considerada padrão para casos de alto risco, diferentes estratégias adjuvantes vêm sendo exploradas com o objetivo de otimizar sobrevida e reduzir toxicidade. Neste contexto,
O PORTEC-4a avaliou prospectivamente a incorporação do perfil molecular na definição da adjuvância no câncer de endométrio de risco intermediário-alto, substituindo critérios exclusivamente clinico patológicos por uma estratégia guiada por risco molecular. Trata-se de um ensaio fase III, randomizado, de não inferioridade, que comparou a braquiterapia vaginal padrão com uma abordagem individualizada após cirurgia. No grupo tratado conforme perfil molecular,