O LUSTRE é um ensaio clínico randomizado, fase III, que comparou dois esquemas de radioterapia para pacientes com câncer de pulmão não pequenas células, estádio I, inoperáveis: SBRT e radioterapia convencional hipofracionada. O objetivo foi determinar se a SBRT melhoraria o controle local em 3 anos em comparação com o tratamento convencional hipofracionado. Os objetivos secundários eram sobrevida global, sobrevida livre
Ensaios clínicos randomizados fase III, incluindo o Keynote-590, ESCORT-1,ORIENT-15, JUPITER-06, RATIONAL 306 e o ensaio clínico ASTRUM-007, demonstraram que adicionar anticorpo anti-PD1 à quimioterapia melhora a PFS (5,7-7,3 meses) e OS (13,2-17,2 meses). Consequentemente, a quimioimunoterapia se tornou o atual tratamento padrão de primeira linha para carcinoma espinocelular de esôfago (ESCC) metastático de acordo com NCCN. A combinação de RT
Objetivos: O objetivo da revisão foi sintetizar dados sobre a eficácia clínica, toxicidade e viabilidade da AHRT no tratamento de CNPCP, visando avaliar seu potencial de utilização em relação aos regimes convencionais. Métodos: A revisão foi conduzida no Ovid Medline, Ovid Embase, Wiley Cochrane Library e ClinicalTrials.gov para publicações em inglês de 2010 a 2024 de estudos prospectivos e registro
A adição de um reforço focal integrado à lesão intraprostática está associada à melhor sobrevida livre de doença bioquímica (bDFS) em pacientes com câncer de próstata de risco intermediário e alto (PCa) em radioterapia fracionada convencional. Além disso, a radioterapia estereotáxica de corpo inteiro (SBRT) demonstrou ser não inferior à radioterapia convencional para PCa de risco baixo e intermediário. Para
O câncer de próstata localizado pode inicialmente ser tratado com cirurgia, radioterapia ou vigilância ativa, tratamentos com desfechos equivalentes em sobrevida global conforme o estudo do Protect trial. O paciente portador de neoplasia de próstata possui um papel importante na decisão terapêutica e deve ser exposto às vantagens e desvantagens de cada terapia e os efeitos colaterais associados. Visando isso,
Quando um(a) paciente recebe a indicação de radioterapia, é comum que surjam muitas dúvidas. Muitos recorrem à internet para tentar entender melhor o que esperar do tratamento. Aqui estão algumas das perguntas mais frequentes, juntamente de respostas claras e objetivas. A radioterapia dói? Essa é uma das primeiras perguntas que os(as) pacientes fazem. A resposta é tranquilizadora: não, a radioterapia
A radioterapia é uma forma de tratamento que utiliza radiação para combater doenças, principalmente o câncer. Sua história começa no final do século XIX, logo após a descoberta dos raios X por Wilhelm Röntgen, em 1895, e da radioatividade por Marie Curie, alguns anos depois. Essas descobertas abriram portas para novas maneiras de tratar doenças que, até então, eram consideradas
Marie Curie foi uma das cientistas mais importantes da história, conhecida por suas descobertas revolucionárias no campo da radioatividade. Nascida na Polônia em 1867, ela mudou-se para a França, onde estudou na Universidade de Paris e se destacou em um meio dominado por homens, algo raro para a época. Junto com seu marido, Pierre Curie, começou a estudar substâncias que
Em 1895, o físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen descobriu um “novo tipo de raio”. Enquanto fazia experimentos com raios catódicos (elétrons), produzidos em tubos de vidro onde se fazia vácuo, notou que um objeto próximo brilhava, e que o brilho permanecia mesmo após ser recoberto com papel preto. Röntgen atribuiu ao aparecimento do “brilho”, uma radiação que saía do tubo
O fracionamento em radioterapia refere-se à forma como as doses de radiação são divididas ao longo do tratamento. Tradicionalmente, a radiação não é administrada de uma só vez, mas é fracionada em várias sessões diárias, permitindo que o corpo se recupere entre uma dose e outra e reduzindo os efeitos colaterais nos tecidos saudáveis. Dependendo do caso, existem diferentes tipos