Publicada meta análise sobre o uso da radioablação estereotáxica nos pacientes com com taquicardia ventricular refratária. Com a avaliação de sete estudos (total de 61 pacientes) após 6 meses os seguintes resultados foram observados: A redução da ocorrência de Taquicardia Ventricular foi de 92%. O uso de menos de 2 antiarrítmicos foi observado em 85% dos pacientes. Não houve relato
Trabalho publicado recentemente descreve os 5 anos de experiência do Hospital Sunnybrook (Toronto, Canadá) em implementação de ressonância magnética para planejamento de radioterapia. O trabalho detalha protocolos e processos desenvolvidos pela instituição, incluindo o fluxo de trabalho, protocolos de aquisição de imagem, posicionamento dos pacientes e uso coils de radiofrequência. Diferentes sítios de tratamento foram contemplados, incluindo sistema nervoso central,
O tratamento de câncer vem apresentando mudanças de condutas e desenvolvimento de novas estratégias de maneira muito dinâmica. Na Radioterapia destaca-se a combinação com drogas e surgimento de novas técnicas (SBRT, braquiterapia 3D, Prótons etc.). Outros endpoints de estudos têm ganhado relevância, como qualidade de vida e satisfação do paciente. O volume de publicações é tão alto, que quando
Com o advento de novas técnicas em radioterapia está sendo cada vez mais frequente a irradiação de áreas previamente irradiadas inclusive com doses altas. As evidências no âmbito da reirradiação são escassas sendo a maioria delas baseadas em estudos retrospectivos e opinião de especialistas. Os especialistas do EORTC/ESTRO acabam de publicar na Lancet um consenso que propõe uma “linguagem universal”
A radioterapia estereotáxica corporal (SBRT) é uma abordagem promissora no tratamento de metástases ósseas dolorosas. No entanto, a superioridade do SBRT sobre a radioterapia externa convencional (cEBRT) permanece controversa. Na busca por mais dados, os pesquisadores Key Ito e Peter Hoskin realizaram uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados comparando SBRT e cEBRT no tratamento de metástases ósseas.
O delineamento do volume alvo clínico tumoral, também chamado de “CTV”, é um dos importantes pilares durante o planejamento do tratamento de radioterapia para o Câncer do Trato Gastrointestinal. O uso de diferentes modalidades de imagem (TC, RNM, PET), a variação quanto a definição dos níveis linfonodais a serem incluídos no CTV para cada apresentação clínica dos diferentes tumores primários
A transição da radioterapia 2D para a conformacional já ocorreu há décadas, mas ainda hoje boa parte das recomendações de delineamento carece de evidência empírica. Muitas vezes, a inclusão ou não de uma região é feita por simples convenção. Por exemplo: devemos incluir os linfonodos inguinais no CTV de um tumor de colo uterino com invasão do terço inferior da