O manejo adjuvante após cirurgia no câncer do colo do útero em estágios iniciais permanece um tema de debate, especialmente em pacientes com fatores de risco intermediário ou alto. Embora a quimiorradioterapia concomitante (CCRT) seja considerada padrão para casos de alto risco, diferentes estratégias adjuvantes vêm sendo exploradas com o objetivo de otimizar sobrevida e reduzir toxicidade. Neste contexto,
O artigo “Geographical and Sociodemographic Disparities in Access to Radiotherapy in Brazil: A Nationwide Cross-Sectional Study (2017–2022)” analisa, em nível nacional, as desigualdades geográficas e sociodemográficas no acesso à radioterapia no Brasil, utilizando dados oficiais do sistema APAC/SIA/DATASUS entre 2017 e 2022. Trata-se de um estudo transversal que avaliou 840.779 procedimentos de radioterapia realizados no período, com foco específico nos
Foi desenvolvido um nomograma prognóstico com o objetivo de estimar o risco de falha locorregional (FLR) e quantificar o benefício da radioterapia pós-operatória (PORT) sobre a sobrevida global (SG) em pacientes com carcinoma espinocelular (CEC) da cavidade oral pN0. O modelo baseou-se em uma análise retrospectiva multicêntrica, incluindo pacientes com CEC oral não metastático (pT1–T4N0M0, 8ª edição da UICC/AJCC) tratados
O estudo HYPART foi um estudo fase 3 randomizado, que comparou dois regimes de radioterapia adjuvante hipofracionada em pacientes com câncer de mama de alto risco: em 1 semana (26 Gy/5 frações) versus 2 semanas (34 Gy/10 frações). Foram avaliadas 941 pacientes submetidas a tratamento cirúrgico (mastectomia ou conservadora), com estágios pT2-pT4, pN1-pN3, M0, tratados com técnica 2D ou 3D.
Contexto O meduloblastoma é o tumor maligno do SNC mais comum na infância. A melhora de sobrevida com abordagem multimodal (cirurgia, quimioterapia e CSI) trouxe um novo desafio: minimizar sequelas tardias. A CSI com fótons é efetiva, porém expõe órgãos e estruturas em desenvolvimento a dose desnecessária. A terapia por prótons, pela física do “pico de Bragg”, reduz dose de
O estudo YOUNGSTER investigou os efeitos moleculares e imunológicos da radioterapia pré-operatória em câncer de mama inicial, com o objetivo de caracterizar sua capacidade de modular o microambiente tumoral e potencializar estratégias combinadas. Foram incluídas 20 pacientes candidatas à cirurgia conservadora, submetidas a um boost pré-operatório de radioterapia (5 × 2,67 Gy), com coleta seriada de amostras tumorais no baseline,
Santa Casa de Misericórdia de Anápolis Interessados entrar em contato por email – anna.andrade@santacasa.org
Hospital de Câncer de Mato Grosso – Cuiabá. Honorário: aberto para negociação 130 horas/ semanais Interessados entrar em contato pelo e-mail: diretoriamedica@hcancer.com.br
O tratamento do câncer de reto localmente avançado na população idosa frágil não possui guidelines internacionais padronizados. Neste contexto, a radioterapia short-course (SCRT) seguido de cirurgia tardia surge como uma opção terapêutica promissora para esses pacientes, oferecendo benefícios potenciais em termos de menor tempo de tratamento, toxicidade e conveniência. O estudo retrospectivo e multicêntrico SOFT avaliou 141 pacientes com diagnóstico
O PORTEC-4a avaliou prospectivamente a incorporação do perfil molecular na definição da adjuvância no câncer de endométrio de risco intermediário-alto, substituindo critérios exclusivamente clinico patológicos por uma estratégia guiada por risco molecular. Trata-se de um ensaio fase III, randomizado, de não inferioridade, que comparou a braquiterapia vaginal padrão com uma abordagem individualizada após cirurgia. No grupo tratado conforme perfil molecular,