O tratamento padrão no câncer de próstata de risco intermediário desfavorável e alto risco envolve bloqueio hormonal (ADT) em combinação com radioterapia pélvica com fracionamento convencional (CF), seguido de reforço com radioterapia externa (EBRT) ou braquiterapia de próstata. Este estudo comparou o reforço com CF-EBRT versus o reforço com radioterapia corporal estereotáxica (SBRT) após CF-EBRT pélvica. Os pacientes foram randomizados
O estudo do radio-oncologista Nicholas van As (Royal Marsden Hospital – Londres) foi publicado em outubro de 2024 no New England Journal of Medicine, ganhando grande repercussão e reconhecimento no meio uro-oncológico. Este estudo fase 3, internacional, open-label, controlado e randomizado avaliou 874 homens portadores de câncer de próstata localizado (T1 ou T2), Gleason 7, PSA 20. O PACE (Prostate
O presente estudo analisou os resultados de 10 anos de 267 pacientes tratados entre 2006 e 2014 com SABR de próstata por câncer de próstata localizado de baixo e médio risco, incluídos em três ensaios clínicos prospectivos canadenses (pHART3, pHART6 e PATRIOT). O objetivo foi avaliar a eficácia a longo prazo da SABR, incluindo taxas de controle bioquímico, sobrevida global
Os efeitos adversos urinários são uma preocupação com a radioterapia hipofracionada para próstata, particularmente com a radioterapia estereotáxica corporal (SBRT), com a incidência relatada de toxicidade urinária tardia grau 2+ variando de 10% a 30%, e o impacto da ressecção transuretral da próstata (RTUP) prévia na sequela pós-radioterapia não é bem definido. Estudo retrospectivo uni cêntrico buscou analisar a incidência
O estudo RTOG 0126 é um ensaio fase III que teve o objetivo de caracterizar o risco condicional de desenvolver toxicidade genito-urinária (GU) ou gastrointestinal (GI) grau 2+, para pacientes com câncer de próstata de risco intermediário, tratados com radioterapia de feixe externo. Foram elegíveis 1499 pacientes, com acompanhamento mediano de 8,4 anos, tratados com 3DCRT ou IMRT, sem a
A adição de um reforço focal integrado à lesão intraprostática está associada à melhor sobrevida livre de doença bioquímica (bDFS) em pacientes com câncer de próstata de risco intermediário e alto (PCa) em radioterapia fracionada convencional. Além disso, a radioterapia estereotáxica de corpo inteiro (SBRT) demonstrou ser não inferior à radioterapia convencional para PCa de risco baixo e intermediário. Para
O câncer de próstata localizado pode inicialmente ser tratado com cirurgia, radioterapia ou vigilância ativa, tratamentos com desfechos equivalentes em sobrevida global conforme o estudo do Protect trial. O paciente portador de neoplasia de próstata possui um papel importante na decisão terapêutica e deve ser exposto às vantagens e desvantagens de cada terapia e os efeitos colaterais associados. Visando isso,
A decisão da indicação, e o tempo de duração, da terapia antiandrogênica (ADT) associada a radioterapia (RT) pós-operatória ainda é incerta. Para isso, o estudo RADICAL-HD propôs uma comparação entre três grupos: sem ADT, 6 meses de ADT (“curto”) e 24 meses de ADT (“longo”). Foram randomizados 492 pacientes de novembro de 2007 a julho de 2015. Destes 166 foram
A SBRT tem sido utilizada para tumores de próstata, mas a inclusão de drenagem pélvica com essa técnica ainda é pouco explorada. Entre maio de 2019 e julho de 2022, foi realizada uma análise retrospectiva com pacientes de câncer de próstata de alto risco tratados com SBRT na próstata e drenagem pélvica no McGill University Health Centre. Utilizou-se IMRT/VMAT com
Este é um ensaio clínico internacional, fase III, multicêntrico, aberto, randomizado e controlado. O protocolo contém duas randomizações separadas com grupos de pacientes sobrepostos e foi implementado em 138 centros credenciados para estudos no Canadá, Dinamarca, Irlanda e Reino Unido. Os participantes foram randomizados logo após a prostatectomia radical entre RT pós-operatória adjuvante e de resgate. Esta publicação é a