Recentemente publicado no Red Journal (ASTRO), este estudo avaliou retrospectivamente o papel da radioterapia estereotáxica ablativa (SABR) no manejo da resistência oligoprogressiva (OAR) em pacientes incluídos em ensaios clínicos de fase I, investigando se essa abordagem poderia prolongar o tempo até a progressão (PFS2), postergar a necessidade de novos tratamentos sistêmicos (TTNT) e melhorar a sobrevida global (OS). O uso