O subestudo do ensaio clínico fase III FAST-Forward avaliou a segurança do hipofracionamento em radioterapia axilar adjuvante para câncer de mama, comparando esquemas de 26 Gy em 5 frações (1 semana) e 40 Gy em 15 frações (3 semanas). O estudo, multicêntrico, randomizado, aberto e de não-inferioridade, incluiu 469 pacientes com câncer de mama invasivo (pT1-3, pN1-3a, M0), tratados em
Meningiomas são os tumores intracranianos primários mais comuns e o tratamento principal é a cirurgia. A indicação de radioterapia após tratamento cirúrgico no meningioma tem por objetivo melhorar o controle local (CL) e a sobrevida livre de progressão (SLP). Para os casos operados em que há indicação de radioterapia adjuvantes, o uso da ressonância magnética (RM) a fim de avaliar
A radioterapia no tratamento do câncer de mama tem crucial importância, sobretudo no controle locorregional da doença e na sobrevida das pacientes. Nesse sentido, diversos estudos sobre o fracionamento radioterápico têm sido discutidos, a fim de otimizar o tempo de tratamento, sem acarretar em piora da toxicidade. Dentre as opções preconizadas, o ultra hipofracionamento (UHF, 26 Gy em 5 dias)
A radioterapia de intensidade modulada em campo estendido (EF-IMRT) associada à quimioterapia concomitante pode levar a toxicidades graves. Este estudo retrospectivo, publicado no Green Journal, tem como objetivo investigar a incidência e os preditores dosimétricos de toxicidade gastrointestinal aguda em pacientes com câncer do colo do útero submetidos a EF-IMRT. Foram analisados os dados dosimétricos do duodeno e das alças
O tratamento padrão no câncer de próstata de risco intermediário desfavorável e alto risco envolve bloqueio hormonal (ADT) em combinação com radioterapia pélvica com fracionamento convencional (CF), seguido de reforço com radioterapia externa (EBRT) ou braquiterapia de próstata. Este estudo comparou o reforço com CF-EBRT versus o reforço com radioterapia corporal estereotáxica (SBRT) após CF-EBRT pélvica. Os pacientes foram randomizados
Quase um quarto dos pacientes com adenocarcinoma e cerca de metade dos pacientes com carcinoma de células escamosas apresentam uma resposta clínica completa (RC) e 30–40% desenvolverão metástases à distância precocemente, levantando questões sobre o benefício da cirurgia padrão em todos os indivíduos após a quimiorradioterapia neoadjuvante (QRTneo). Assim, a vigilância ativa (VA) foi proposta como uma alternativa à cirurgia
O câncer de pulmão com recidiva em locais previamente tratados com radioterapia representa um grande desafio clínico, especialmente em pacientes que não são candidatos à cirurgia. Nesse contexto, a reirradição com radioterapia estereotáxica ablativa (SABR) tem se destacado como uma possível alternativa de tratamento. Uma revisão sistemática e meta-análise publicada recentemente no Green Journal avaliou a segurança e a eficácia
Pneumonite por Radiação na Era da Imunoterapia: O Que Precisamos Saber? A pneumonite por radiação (PR) é um dos principais desafios no tratamento do câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) localmente avançado. Com o advento da imunoterapia consolidativa após quimiorradioterapia (CCRT), os ganhos em sobrevida são evidentes, mas o risco de toxicidade pulmonar ainda precisa ser melhor compreendido.
O advento da imunoterapia com inibidores de checkpoint (ICI) transformou o tratamento do câncer de pulmão não pequenas células (NSCLC), especialmente no cenário metastático, com resultados promissores na resposta objetiva e no tempo de duração de resposta. No entanto, a taxa de resposta global com estas drogas é de aproximadamente 20%. A radioterapia (RT) de alta dose foi proposta como
Em pacientes com Linfoma de Hodgkin (LH) há uma constante tentativa de desescalonamento do tratamento, tanto da radioterapia (RT) como da quimioterapia (QT). O tratamento combinado (QT e RT de consolidação) continua o padrão naqueles com estadio inicial. Apesar da discussão sobre omissão da RT em pacientes iniciais desfavoráveis com resposta à QT intensificada com BEACOPP, a indicação de RT