Desenvolvido por 30 especialistas e revisado por mais de 200 profissionais do mundo todo, com participação de pacientes.
Destaque: a classificação molecular agora é a base para definir risco e guiar o tratamento.
- 4 perfis para teste universal: POLE-mutado (POLEmut), MMRd, p53 mutado (p53abn) e NSMP.
Combinados ao estadiamento FIGO 2023, eles refinam os grupos de risco: baixo, intermediário, intermediário-alto, alto e incerto.
- Um tumor inicial pode ser alto risco se tiver p53 mutado.
- Um avançado pode ser baixo risco se for POLE-mutado.
Tratamento:
- Cirurgia mais precisa, com linfonodo sentinela e linfadenectomia guiadas pelo risco molecular.
- Radioterapia conforme perfil de risco.
- Imunoterapia + quimioterapia em tumores de alto grau ou não endometrióides com dMMR/MSI-H.
A diretriz reforça que cuidado multidisciplinar e patologistas experientes são essenciais e que o desafio é garantir acesso universal aos testes moleculares.
Gabriel Morilhas Corrêa da Costa
Rádio-oncologista
Hospital do Câncer de Dourados
Rede Amo – Oncologia CASSEMS

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